segunda-feira, 16 de julho de 2018

Prevalência de excesso de peso e obesidade infantil baixou entre 2008 e 2016
Dados do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge

 
As prevalências de excesso de peso e obesidade infantil diminuíram entre 2008 e 2016, ano em que 11,7% das crianças eram obesas e 30,7% tinham peso a mais, segundo dados do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (INSA).
 
Segundo apurou a agência Lusa, neste período registou-se uma redução de 3,6% de obesidade (15,3% para 11,7%) e de 7,2% do excesso de peso (37,9% para 30,7%) nas crianças entre os seis e os oito anos, adiantam os dados do sistema de vigilância que analisa o estado nutricional infantil (COSI Portugal).
 
De acordo com o estudo, que envolveu 6.745 crianças de 230 escolas do 1.º ciclo de todo o país, a obesidade infantil foi mais prevalente nas crianças com oito anos (13,9%).
 
A prevalência da obesidade nas crianças com sete anos situava-se nos 11,4% e nas de seis anos nos 10,4%, refere o COSI, que produz dados comparáveis entre países da Europa e permite a monitorização da obesidade infantil a cada três anos.
 
O estudo indica que os meninos tinham uma maior prevalência de obesidade (12,6%) do que as meninas (10,9%), enquanto as raparigas tinham uma maior prevalência de excesso de peso (31,6%), contra 29,8% dos rapazes.
 
Analisando os hábitos alimentares, o estudo verificou que as crianças consomem diariamente fruta (63,3%), sopa (56,6%), legumes (37,7%), carne (17,3%) e peixe (9,8%).
 
A maioria (88,7%) das crianças consome até três vezes por semana pizas, batatas fritas, hambúrgueres, enchidos, 86,8% comem rebuçados, gomas ou chocolate, 83,3% batatas fritas de pacote, folhados e pipocas, 75,1% biscoitos, bolachas doces, bolos e donuts e 65,3% refrigerantes açucarados.
 
Dois terços das crianças praticavam atividade física três ou mais horas por dia durante o fim de semana e 76,6% eram transportados de automóvel para a escola.
 
Analisando os comportamentos sedentários, o estudo revelou que 54% jogavam jogos eletrónicos uma a duas horas por dia durante o fim de semana e 75,5% uma a duas horas por dia durante a semana.
 
Fonte - http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/prevalencia-de-excesso-de-peso-e-obesidade-infantil-baixou-entre-2008-e-2016?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20180528
Padrões alimentares das crianças influenciam atitudes face ao apetite
Estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto
 
 
Um estudo do Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) identificou padrões alimentares das crianças que influenciam comportamentos relacionados com o apetite mais problemáticos.
 
A investigação, a que a Lusa teve acesso, analisou os padrões alimentares (que quantificam o efeito cumulativo e de interação dos vários alimentos e nutrientes) de cerca de 4.300 crianças com quatro anos de idade da coorte Geração XXI - projeto iniciado em 2005, que acompanha o crescimento e o desenvolvimento de mais de oito mil crianças da cidade do Porto.
 
Gabriela Albuquerque, primeira autora do estudo, coordenado por Andreia Oliveira, disse que “foram previamente identificados três padrões alimentares aos quatro anos: um saudável, um outro designado de “snacking” e um padrão de consumo de alimentos densamente energéticos”.
 
As crianças com o padrão saudável consumiam mais fruta, hortícolas e peixe e menos alimentos densamente energéticos, como batatas fritas, pizza, hambúrgueres, doces, refrigerantes, queijo e carnes vermelhas e processadas.
 
Já aquelas que praticavam um padrão “snacking” comiam mais fora das refeições principais (almoço e jantar) e apresentavam um elevado consumo de “snacks”, incluindo alimentos saudáveis e pouco saudáveis - leite, iogurte, batatas fritas, salgados e doces.
 
“Verificámos que, em comparação com as crianças que aos quatro anos comiam de forma saudável, as que praticavam padrões menos saudáveis, como o ‘snacking’ e o padrão densamente energético, desenvolviam comportamentos alimentares mais problemáticos relacionados com a restrição do apetite ou mesmo desinibição do apetite aos sete anos”, explicou a investigadora.
 
O estudo mostrou que as crianças que se encaixavam no padrão “snacking” desenvolviam posteriormente restrição do apetite, ou seja, eram mais seletivas a comer, mais lentas e tinham menos prazer pela comida.
 
Já aquelas que aos quatro anos se encaixavam no padrão “alimentos densamente energéticos”, aos sete apresentavam desinibição do apetite, comportamento que se caracteriza por um apetite excessivo, pelo consumo de alimentos em função de estímulos externos e estados emocionais e pelo elevado desejo de bebidas, nomeadamente refrigerantes e sumos.
 
“Constatámos que as crianças que tinham tanto um padrão ‘snacking’ como densamente energético apresentaram, mais tarde, comportamentos alimentares que não eram os desejáveis, quer por terem um apetite excessivo ou diminuído às refeições”, sublinhou Gabriela Albuquerque.
 
Fonte - http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/padroes-alimentares-das-criancas-influenciam-atitudes-face-ao-apetite?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20180521
Descoberto “calcanhar de Aquiles” de células imunitárias pró-tumorais
Estudo do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes

 
Uma equipa de cientistas do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (IMM) descobriu o “calcanhar de Aquiles” de umas células imunitárias que, em vez de protegerem o organismo contra o cancro, ajudam os tumores a crescerem.
 
O estudo foi liderado por Bruno Silva-Santos, vice-presidente do IMM, e foi distinguido com o primeiro prémio Janssen Inovação, no valor de 30 mil euros.
 
Os investigadores descobriram, numa experiência com ratinhos com cancro do fígado e melanoma, que um subgrupo de linfócitos T (células do sistema imunitário), que "ajuda o tumor a crescer", é "muito suscetível ao stress oxidativo", ao contrário da generalidade dos linfócitos T que protegem o organismo contra invasores.
 
O investigador explicou à Lusa que tal acontece porque "os linfócitos pró-tumorais", por oposição aos linfócitos T “bons”, que são antitumorais, estão desprotegidos por terem muito pouco glutationo, um antioxidante.
 
Segundo os cientistas, os linfócitos T “maus” comunicam com os neutrófilos, células de defesa do organismo “boas” que produzem determinadas substâncias, as chamadas espécies reativas de oxigénio, que são compostos químicos que resultam da ativação ou redução do oxigénio molecular.
 
Tais substâncias, usadas pelo sistema imunitário para atacar ou exterminar agentes patogénicos, "interferem com a respiração da célula" e com o seu funcionamento, levando à "oxidação da célula".
 
As células, “normais” ou tumorais, necessitam de "usar o oxigénio de forma eficaz" para desempenharem a sua função. Quando entram em stress e o oxigénio não é utilizado de forma eficaz, a célula oxida, não tem a energia de que precisa e fica disfuncional.
 
A equipa descobriu que é possível inutilizar a função das células T “más” se for induzido stress oxidativo dentro delas, o que é feito naturalmente pelos neutrófilos.
 
"O futuro será desenhar fármacos que possam fazer dentro do tumor este processo, induzir a oxidação destas células para que não estejam funcionais", sustentou o investigador.
 
Fonte -http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/descoberto-%E2%80%9Ccalcanhar-de-aquiles%E2%80%9D-de-celulas-imunitarias-pro-tumorais?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20180521
Simples teste de marcha ajuda a prever risco cognitivo pós-operatório
Estudo publicado na revista “The Annals of Thoracic Surgery”

 
A distância que um paciente consegue caminhar durante seis minutos antes de uma operação cardíaca poderá ajudar a prognosticar a possibilidade de o mesmo desenvolver problemas de concentração, memória e atenção após o procedimento cirúrgico, indicou um estudo.
 
A disfunção cognitiva no pós-operatório (DCPO) consiste no enfraquecimento da aptidão mental do paciente, conduzindo não só a um maior risco de complicações, mas também a uma deterioração na qualidade de vida. A DCPO tem sido cada vez mais assumida como uma ocorrência comum após uma cirurgia de grande porte e afeta principalmente os pacientes adultos mais velhos.
 
Conduzido por Kazuhiro Hayashi e equipa, do Hospital Universitário de Nagoia, Japão, o estudo contou com a participação de 181 pacientes, com uma média de idades de 71,4 anos, que iam ser submetidos a uma intervenção cirúrgica cardíaca sem caráter de emergência, entre março de 2014 e agosto de 2015 naquele estabelecimento de saúde.
 
Após a admissão para as suas cirurgias, foi pedido aos pacientes que caminhassem durante seis minutos o máximo de distância possível, ao seu próprio ritmo. A distância percorrida foi medida segundo o metro mais próximo. 
 
Os resultados das medições indicaram que uma distância percorrida reduzida constituía um fator de risco para os pacientes desenvolverem DCPO após a intervenção cirúrgica, e quanto mais menor a distância fosse, mais significativa era a redução na função cognitiva no pós-operatório.
 
Foi verificado que 51, ou seja, 28% dos participantes desenvolveram DCPO.
 
Kazuhiro Hayashi avançou que “ao conseguirmos identificar os pacientes que estão em risco de DCPO, podemos prestar-lhes um tratamento precoce e encorajá-los a perceberem melhor a disfunção”. Isso poderá ser concretizado em forma de alterações aos medicamentos e anestésicos, durante e após a operação e no momento de planear a alta dos pacientes quando estes vão para casa.
 
O investigador considera útil uma abordagem multidisciplinar para obter uma melhor avaliação e resultados de tratamento.
 
Fonte - http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/simples-teste-de-marcha-ajuda-a-prever-risco-cognitivo-pos-operatorio?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20180521
Desenvolvido método não invasivo de diagnosticar cancro da mama
Estudo publicado na revista “Molecular Pharmaceutics”

 
Uma equipa de investigadores desenvolveu um “comprimido de rastreio de doenças” que poderá substituir as mamografias no rastreio do cancro da mama. 
 
O cancro da mama é o segundo mais comum nas mulheres, pelo que requer rastreios continuados. Contudo, além de poderem ser desconfortáveis, as mamografias nem sempre obtêm resultados fidedignos e ainda expõem, repetidamente, as mulheres ao raio-X. 
 
A mamografia proporciona informação sobre a localização e tamanho dos tumores, mas não indica se os mesmos são benignos ou malignos. Consequentemente, como indicou um estudo dinamarquês recente, até um terço das mulheres acaba por ser submetido a tratamentos e procedimentos desnecessários para o cancro da mama.
 
Finalmente, as sondas fluorescentes podem detetar os tumores da mama, mas requerem uma administração intravenosa.
 
Para fazerem face a todos estes problemas, os investigadores da Universidade de Michigan, EUA, decidiram desenvolver então um método não invasivo, mais seguro e que proporcionasse resultados mais fidedignos. 
 
A equipa formulou um comprimido oral em que combinou duas moléculas: uma que se liga a proteínas na superfície das células cancerígenas da mama e um corante que quando é exposto a raios infravermelhos faz evidenciar eventuais tumores. Não é necessária, portanto, qualquer radiação.
 
Testes efetuados em ratinhos revelaram que com a formulação desenvolvida pela equipa uma proporção considerável do agente imagiológico foi absorvida pelo fluxo sanguíneo. Os investigadores consideram que esta pílula poderá no futuro ser modificada de forma a poder detetar outras doenças. 
 
Fonte - http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/desenvolvido-metodo-nao-invasivo-de-diagnosticar-cancro-da-mama?utm_source=NL_NOTICIAS_DESTAQUES&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20180521

domingo, 14 de janeiro de 2018

Cérebro de criança remapeia-se após transplante das mãos
Estudo publicado na revista “Annals of Clinical and Translational Neurology”

 

A primeira criança submetida a um transplante de ambas as mãos bem-sucedido foi também a primeira a manifestar alterações substanciais na representação das sensações das mãos no cérebro.
Em 2015, uma equipa de 40 especialistas, do Hospital Pediátrico da Filadélfia e da Faculdade de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia, EUA, liderada por L- Scott Levin, efetuou o transplante a Zion Harvey, atualmente com 10 anos de idade, e que ficará na história.
Seis anos antes do transplante, a criança tinha tido ambas as mãos amputadas devido a uma infeção muito grave. Os investigadores pensam que a reorganização do cérebro começou nessa altura.
“O Zion tem sido uma criança de muitas primeiras vezes aqui na Medicina da Penn e no Hospital Pediátrico da Filadélfia e no mundo”, disse o autor principal do estudo.
“Com as alterações observadas no seu cérebro, que a nossa equipa colaborativa tem vindo a avaliar de perto desde o seu transplante há dois atrás, o Zion é agora a primeira criança a exibir uma reorientação no mapeamento do cérebro. Isto é um marco gigantesco, não só para a nossa equipa e investigação, mas também para o próprio Zion” acrescentou. 
A avaliação das respostas do pequeno paciente a estímulos sensoriais nos lábios e dedos foi feita através de magnetoencefalografia (MEG), um exame que mede a atividade magnética no cérebro, e deteta o local, tempo e força dos sinais nas respostas do paciente.
A equipa efetuou MEG quatro vezes, no ano a seguir ao transplante, assim como a cinco crianças saudáveis da mesma idade de Zion, e que serviram com controlos.
Foi observado que nos primeiros dois exames as pontas dos dedos não responderam a um estímulo táctil. O toque nos lábios foi registado pelo MEG como sendo na área do córtex cerebral, mas com um atraso de 20 milissegundos em comparação com os controlos. 
Nas duas visitas seguintes os sinais registados pela MEG do estímulo dado aos lábios tinha voltado para a região do cérebro dos lábios e com um tempo de resposta normal. Os sinais cerebrais para o estímulo das pontas dos dedos apareceram também e na região das mãos, com um pequeno atraso no tempo de resposta, mas com uma força de sinal mais forte do que o normal. A equipa espera que com o tempo. As respostas sensoriais se tornem mais típicas da idade do Zion.
Estes resultados levantaram muitas questões e geraram um grande entusiasmo relativamente à plasticidade do cérebro, particularmente nas crianças. Entretanto, 18 meses após a operação, o pequeno Zion já conseguia vestir-se, escrever e alimentar-se de forma mais independente do que antes da mesma. 
Fonte - ALERT Life Sciences Computing, S.A. http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/cerebro-de-crianca-remapeia-se-apos-transplante-das-maos?utm_source=NL_NOTICIAS_DESTAQUES&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20171218
Leite materno pode fornecer um impulso metabólico a bebés prematuros
Estudo publicado na revista “Pediatric Research”

 

O leite das mães de bebés prematuros tem quantidades de microRNA diferentes das do leite de mães de bebés de termo, o que pode ajudar os bebés prematuros a recuperar no crescimento e desenvolvimento, de acordo com uma investigação.
No estudo, os investigadores compararam o leite de mães de bebés prematuros – entre as 28 e 37 semanas de gestação – e de bebés de termo – depois das 38 semanas. Eles observaram as diferenças na composição dos microRNA (fragmentos de RNA que afetam a expressão dos genes e que podem ser passados para o bebé) do leite materno. 
“Descobrimos que há diferenças nos perfis destes microRNA e que a maioria dos microRNA alterados influenciam o metabolismo”, afirmou Molly Carney, estudante de medicina na Faculdade de Medicina Penn State, EUA. “Se esses microRNA estão a ser transferidos para o bebé, isso pode eventualmente ter um impacto na forma como o bebé processa a energia e os nutrientes”.
Os bebés nascidos prematuramente têm um risco acrescido em relação a uma série de problemas, incluindo atrasos de desenvolvimento. Também têm geralmente um peso mais baixo do que os outros bebés. Por essa razão, os bebés prematuros têm necessidades nutricionais diferentes dos bebés de termo.
Investigações anteriores já tinham estabelecido que os macronutrientes – gorduras, acúçares e proteínas – presentes no leite das mães de bebés prematuros são específicos para responder às necessidades particulares destas crianças. Mas, apesar de os investigadores já suspeitarem que os microRNA do leite materno desempenham um papel na saúde e desenvolvimento dos lactentes, não tinham ainda sido desenvolvidos estudos que analisassem especificamente diferenças nos microRNA do leite materno de mães de bebés prematuros e de termo.  
Os investigadores recolheram 36 amostras de leite materno de mães de bebés de termo e 31 amostras de mães de bebés que nasceram prematuramente. Seguidamente processaram as amostras num laboratório, extraindo os microRNA e comparando-os com o genoma humano para localizar as diferenças entre o leite materno de bebés prematuros e de termo.   
Nesta análise, os investigadores identificaram no leite materno de bebés prematuros nove microRNA que eram significativamente diferentes. Descobriram que esses microRNA têm como alvo processos metabólicos e podem ajudar na regulação da função gastrointestinal e no uso de energia nos bebés prematuros. 
Steven Hicks, professor assistente de pediatria na Faculdade de Medicina Penn State, observou que estes resultados podem explicar por que razão os bebés prematuros têm tendência para se desenvolverem mais quando são amamentados ao peito pelas mães. 
“Sabemos que os bebés prematuros têm melhores resultados de saúde com o leite materno do que com o leite artificial, e as nossas conclusões podem explicar alguns desses benefícios para a saúde associados com a amamentação”, afirmou Hicks. “Os perfis exclusivos do microRNA que encontrámos no leite dos bebés prematuros parecem estar bem adaptados para os lactentes prematuros, uma vez que têm como alvo vias metabólicas que podem estimular a recuperação do atraso no crescimento”.  
Por exemplo, os microRNA encontrados no leite materno dos prematuros bloqueiam a expressão tanto do gene ADRB3 como do NR3C1 – que afetam negativamente a adipogénese, ou armazenagem da gordura. Bloquear estas vias pode ajudar a estimular a produção de gordura nos bebés prematuros que têm dificuldade em aumentar de peso. 
Hicks explicou que estes resultados podem ter várias aplicações, incluindo a compatibilização dos bebés com leite materno doado e a criação no futuro de melhores fórmulas de leite artificial para bebés.

Fonte - ALERT Life Sciences Computing, S.A(http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/leite-materno-pode-fornecer-um-impulso-metabolico-a-bebes-prematuros?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20170926)