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domingo, 8 de dezembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
terça-feira, 23 de julho de 2013
Pessoas com psoríase devem optar por fruta e vegetais
23-07-2013
Existem
alimentos capazes de ajudar a controlar a inflamação da pele, mas
também aqueles que podem contribuir para piorar. De facto, nas férias, é
habitual fazer refeições fora de casa e as alterações na dieta podem
não ser benéficas. A Associação Portuguesa de Psoríase aconselha por
isso uma dieta equilibrada.
"Os doentes com psoríase devem optar por
alimentos como fruta e vegetais, que são boas fontes de fibra e de
minerais, principalmente bróculos, cenoura e papaia. O pescado é sempre
aconselhado, dando preferência aos ricos em ácidos gordos polinsaturados
– ómega 3 -, como cavala, salmão, atum, sardinha ou arenque. Já as
carnes vermelhas e enchidos podem provocar maior irritação da pele, tal
como os alimentos muito condimentados com pimenta ou outras especiarias,
por exemplo. Da dieta devem constar mais alimentos cozidos, em
detrimento dos refogados", explica Paulo Pereira, médico dermatologista.
A água e os sumos podem ser consumidos sem
preocupação, em especial os sumos de fruta naturais, que permitem
reforçar o sistema imunitário, ajudam a combater o stress oxidativo e
previnem a obesidade e os acidentes cardiovasculares. As bebidas
alcoólicas devem ser evitadas, pois aumentam o prurido e tornam o
organismo mais resistente aos tratamentos devido à interação com os
medicamentos.
A psoríase tende a ser mais grave e mais
resistente aos tratamentos nos doentes com excesso de peso. O excesso de
peso nas zonas das dobras cutâneas, como as axilas, virilhas e por
baixo dos seios, podem aumentar o risco de infeções fúngicas e
bacterianas. Por isso, o exercício físico também é aconselhado.
"É da máxima importância combater o excesso
de peso e a síndrome metabólica, e além de contribuir para um estilo de
vida mais saudável, as atividades físicas ajudam a reduzir o stress,
que muitas vezes desencadeia crises de psoríase", alerta o mesmo médico.
Fonte - Vital Health (http://www.vitalhealth.pt/noticias/970-pessoas-com-psoriase-devem-optar-por-fruta-e-vegetais?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook)
Arandos: como previnem as infeções urinárias?
Estudo publicado no “Canadian Journal of Microbiology ”
Investigadores canadianos descobriram como os arandos previnem as
infeções urinárias, dá conta um estudo publicado no “Canadian Journal of
Microbiology”.
Alguns estudos têm sugerido que os arandos previnem as infeções
bacterianas, pois impedem que as bactérias se agarrem às paredes do
trato urinário, através dos fitoquímicos conhecidos por
proantocianidinas. Contudo, ainda não são bem conhecidos quais os
compostos dos arandos que alteram o comportamento bacteriano.
Neste estudo os investigadores da Universiadde de McGill, no Canadá,
esclarecerem quais os mecanismos biológicos envolvidos na proteção
conferida pelos arandos contras as infeções urinárias. Os resultados do
estudo também sugerem que os derivados destes frutos poderiam ser
utilizados na prevenção da colonização bacteriana em dispositivos
médicos, nomeadamente nos cateteres.
O estudo apurou que o pó de arando foi capaz de inibir a capacidade do
Proteus mirabilis, uma bactéria frequentemente envolvida nas infeções
urinárias complicadas, de popular placas de agar e de se movimentar
nelas. Foi também constatado que elevadas concentrações de pó de arando
reduziam a produção de uma enzima, a urease, que contribui para a
virulência das infeções.
Estes resultados vão de encontro aos previamente obtidos, pela mesma
equipa de investigadores, mostrando que os constituintes dos arandos
impedem a movimentação das bactérias envolvidas neste tipo de infeções. A
análise do genoma da bactéria Escherichia coli uropatogénica indicou
que a expressão do gene que codifica o filamento flagelar da bactéria
estava diminuído na presença das proantocianidinas dos frutos.
Estes resultados são importantes dado que o movimento das bactérias é
um mecanismo chave para a disseminação da infeção, uma vez que as
bactérias “nadam” literalmente para se disseminar no trato urinário e
escapar à resposta imune do hospedeiro.
Os resultados de um outro estudo, também liderado por Nathalie
Tufenkji, sugerem que os derivados dos arandos podem impedir a
disseminação de microrganismos em dispositivos médicos implantáveis como
os cateteres, os quais estão frequentemente envolvidos nas infeções
urinárias.
Fonte - ALERT Life Sciences Computing, S.A. (http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/arandos-como-previnem-as-infecoes-urinarias?utm_source=NL_NOTICIAS_DESTAQUES&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20130722)
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