8 de Setembro - Dia Mundial do Fisioterapeuta
sábado, 8 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Benefícios da pescada
De
acordo com um estudo apresentado na Namíbia, o consumo frequente de
pescada, por doentes em risco cardiovascular, melhora a tensão arterial
diastólica, reduz peso, perímetro abdominal, bem como os níveis de
colesterol LDL. Segundo o mesmo estudo, a pescada é uma fonte natural,
adequada e suficiente dos ácidos gordos Ómega-3. Coordenado pela Unidade
de Nutrição e Obesidade do Hospital Ramón y Cajal,
de Madrid, contou com a participação de 13 hospitais públicos espanhóis
e do Instituto de Estudos Marinhos para a Nutrição e o Bem-Estar
(INESMA).
Durante 17 semanas, 257 pacientes com síndrome metabólica foram
sujeitos a uma dieta, dividida em duas etapas: oito semanas sem
alimentos marinhos, seguida de oito semanas com consumo diário de 100g
de pescada congelada da Namíbia, ou vice-versa. Durante este período,
foram realizadas e registadas medições antropométricas (peso, altura,
perímetro abdominal e índice de massa gorda), tensão arterial e análises
de sangue de forma a verificar o perfil lipídico, glicémia e níveis de
Ómega-3 DHA.
Na apresentação do estudo esteve presente o Ministro das Pescas e
Recursos Marinhos da Namíbia, Bernhard Esau, e, entre outros convidados,
Clotilde Vázquez da Unidade de Obesidade e Nutrição do Hospital Ramón y
Cajal, que explicou os pormenores desta investigação. De referir que a
pesca representa quase 10% do PIB da Namíbia, sendo a pescada a espécie
mais relevante da indústria das pescas deste país, que exporta peixe
branco para vários países europeus, sobretudo Portugal e Espanha, assim
como para Austrália, Estados Unidos da América ou África do Sul.
Fonte: Hospital do Futuro (28.08.2012) - http://www.hospitaldofuturo.com/profiles/blogs/beneficios-da-pescada
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Medusa artificial mimetiza batimento do coração
Estudo publicado na “Nature Biotechnology”
26 Julho 2012
Investigadores americanos desenvolvem uma medusa artificial que,
segundo o estudo publicado na revista “Nature Biotechnology”, poderá
aprofundar o conhecimento da engenharia dos tecidos musculares humanos,
nomeadamente os cardíacos.
A movimentação da medusa, que consiste no uso de um músculo para
sucessivos impulsos na água, quase semelhante aos batimentos de um
coração, foi o aspeto que despertou a curiosidade dos especialistas.
“Ocorreu-me em 2007 que poderíamos estar a falhar na compreensão das
leis fundamentais dos tecidos musculares”, afirmou Kevin Kit Parker,
professor de bioengenharia da Harvard School of Engineering and Applied
Sciences.
“Comecei a observar os organismos marinhos que utilizam músculos para
sobreviver. Na altura, vi uma medusa no New England Aquarium e
imediatamente observei as semelhanças e as diferenças da ação de uma
medusa e de um coração humano”, reforçou o especialista.
Assim, para este projeto apelidado de “Medusoid” os investigadores
começaram por estudar os mecanismos de propulsão utilizados pela medusa
antes de criar a versão artificial. Posteriormente foram utilizadas
células cardíacas de ratinho e um polímero de silicone que foram
colocados numa membrana que se assemelhava a uma medusa, com oito
apêndices.
A Medusoide foi colocada em água salgada e submetida a choques
elétricos para promover as contrações típicas das medusas que as fazem
movimentar. Os investigadores ficaram surpresos com os movimentos da
Medusoide, que imitavam os da medusa.
De acordo com os autores do estudo este tipo de estratégia poderá ser
utilizado para compreender a engenharia dos músculos humanos, entre os
quais o músculo cardíaco.
Fonte - ALERT Life Sciences Computing, S.A. (http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/medusa-artificial-mimetiza-batimento-do-coracao?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20120730)
Dieta rica em sal aumenta risco de osteoporose e cálculos renais
Estudo publicado no “American Journal of Physiology - Renal Physiology”
27 Julho 2012
As dietas ricas em sal diminuem os níveis de cálcio e aumentam o risco
de osteoporose e cálculos renais, sugere um estudo publicado “American
Journal of Physiology - Renal Physiology”.
A comunidade científica sempre procurou perceber por que motivo os
indivíduos que seguem uma dieta rica em sal têm um risco aumentado de
desenvolver osteoporose e cálculos renais, neste estudo os
investigadores da University of Alberta, nos EUA, descobriram uma
associação importante entre o sal e o cálcio.
“Identificámos uma molécula responsável pela reabsorção de sódio no
organismo que também controla o armazenamento de cálcio”, revelou, em
comunicado de imprensa, o líder do estudo, Todd Alexander.
O investigador explica que perante a ingestão de uma dieta rica em sal,
o organismo excreta-o, através da urina, conjuntamente com o cálcio, o
que conduz à depleção deste mineral. Os níveis elevados de cálcio na
urina levam ao desenvolvimento de cálculos renais, e por outro lado, o
seu baixo nível de armazenamento conduz à osteoporose.
Os autores do estudo verificaram que os ratinhos que não expressavam a
molécula NH3 excretavam mais cálcio e absorviam uma menor quantidade
deste mineral em comparação com os ratinhos controlo.
“Quando o organismo tenta baixar os níveis de sal através da urina,
também diminui simultaneamente os níveis de cálcio”, revelou o
investigador.
“Estes resultados são importantes pois as pessoas estão cada vez mais a
consumir elevadas quantidades de sal através da dieta, o que significa
um armazenamento de cálcio cada vez mais pobre. Os nossos resultados
apoiam a importância da adoção de uma dieta com baixo teor de sal e
também explicam o motivo pelo qual os alimentos processados devem conter
baixos níveis deste mineral”, conclui Todd Alexander.
Fonte - ALERT Life Sciences Computing, S.A (http://www.alert-online.com/pt/news/health-portal/dieta-rica-em-sal-aumenta-risco-de-osteoporose-e-calculos-renais?utm_source=NL_NOTICIAS&utm_medium=email&utm_campaign=NL_AHP_20120730)
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